Os escultores contemporâneos têm se apropriado das mais diversas práticas escultóricas para representar tanto figuras humanas, quanto formas geométricas. Do conjunto diversificado de práticas, coloca-se em dúvida a validade atual do termo “escultura”, ao se preferir a noção mais ampla de “tridimensional”. Essa é a reflexão proposta pela exposição Do volume e do espaço: modos de fazer, coletiva da Casa de Cultura do Parque.
Para tanto, a exposição reúne trabalhos dos artistas Alexandre da Cunha, Claudio Cretti, Edgar de Souza, Eduardo Frota, Felipe Cohen, Flávio Cerqueira, Ivens Machado, José Rezende, Laura Vinci, Nino Cais, Pablo Reinoso, Ricardo Becker, Rodrigo Cardoso e Tatiana Blass.
De acordo com o texto de apresentação de Ana Avelar, a mostra tem dois eixos centrais que dividem os trabalhos. O primeiro, endereçado à figura humana, indica a história tradicional da escultura, com o corpo aparecendo em diversas escalas ou fragmentos, ora como metáfora para uma conduta moral e ética, ora para fins religiosos ou místicos.
“As atuais poéticas do corpo debatem politicamente convenções sociais, culturais e sexuais. Se artisticamente o corpo humano serviu, ao longo do tempo, como suporte de nossa relação com o mundo, uma relação física que diz respeito também à nossa compreensão desse mundo, o que pensar sobre corpos que não se completam ou que não seguem proporções exemplares?”, provoca Ana Avelar.
A geometria, elemento que unifica o segundo eixo da exposição, não aparece mais oposta à realidade do corpo, mas sim conjugada a ele. O minimalismo, marco da arte contemporânea, rompe com o gesto heroico do artista sobre o material. Como resultado, revela-se a experiência do corpo do indivíduo em contraponto aos objetos sem detalhes, ordenados em série, dentro de uma lógica evidente e simples. Assim, “é o corpo que experimenta a geometria, é ele quem a produz”, explica a curadora.
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