A artista Teresa Viana, conhecida por suas pinturas em grandes dimensões na técnica de encáustica fria, que se caracterizam por sua tridimensionalidade escultórica em cores fortes e vibrantes, irá apresentar em Feltragens, na Casa de Cultura do Parque, uma seleção de obras em feltro de lã de carneiro tingida, com dimensões variadas. As peças foram produzidas entre 2017 e 2020, sendo exibido um recorte desta produção da artista, inédita em São Paulo.
A exposição integra o Projeto 280 X 1020, que propõe ao artista convidado a ocupar uma parede localizada entre espaço interno e externo da Casa de Cultura do Parque. A mostra Feltragens faz parte do II Ciclo Expositivo 2022 da Casa, que tem direção artística de Claudio Cretti, e estará em cartaz a partir de 02 de julho.
Desde 2017, a artista integrou a feltragem com lã de carneiro em seu trabalho, uma técnica que tem sido usada pelos povos nômades da Ásia desde os primórdios dos tempos. Assim, ela resgata um modus operandi ancestral ligado a outro espaço-tempo para questionar os processos perceptuais na contemporaneidade.
As obras foram apresentadas pela primeira vez no Brasil no Museu de Arte de Ribeirão Preto (MARP), na exposição Pensamentos Pictóricos, em 2020, pelo Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, 9ª edição, da Funarte, que viabilizou a exposição e a doação de uma pintura e uma feltragem para o acervo do museu. Em 2017, elas foram exibidas em duas coletivas nos EUA: Another Gesture, na A.I.R. Gallery, NY; e uma série delas que se configuram como um livro, na Library of Love, no Cincinnati Contemporary Art Center e faz parte do acervo desta instituição. Em 2019 foram mostradas no Spring Open Studio do International Studio & Curatorial Program (ISCP), NY.
Teresa Viana
Teresa investiga uma linguagem através da qual é possível expandir a experiência do pensamento, tendo como objeto de pesquisa uma profusão de intensas sensações sinestésicas (físicas e visuais) que se organizam como “pensamento tátil”. Embora o seu meio principal seja a pintura, sua prática pede outras mídias, como desenhos sobre papel e digital, colagens e site specific, instalações em diversos materiais, como as feltragens que compõem a nova exposição. Suas pinturas e instalações caracterizam-se por um relevo em cores fortes e vibrantes que extrapolam a superfície pictórica, estimulando um olhar tátil e lateral.
Para o projeto Dando Bandeira, a Casa de Cultura do Parque hasteia novas bandeiras na fachada com "embandeirada", de Mônica Schoenacker. Arquiteta formada pela FAUUSP e mestre em printmaking pelo Royal College of Art, em Londres, Mônica transita entre processos gráficos artesanais e industriais no universo da arte e do design.continue lendo +
Para o projeto No Deck da Casa de Cultura do Parque, Marcone Moreira apresenta Vertebral, a instalação Vertebral composta por cerca de 600 pequenas hélices de alumínio numa extensão de aproximadamente 20 metros.continue lendo +
A performance "Comum entre nós :: Silêncio o espaço tempo de resistência e resiliência" explora a interdependência e a conectividade por meio de cinco corpos em contrapeso, unidos por um tecido vermelho, que criam desenhos dinâmicos, refletindo um "comum" construído por memórias fragmentadas.
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Em "Boca do mundo", apresentada por Fábio Menino (São Paulo, SP, 1989) no Projeto 280x1020, traz pinturas que desafiam a representação convencional de objetos cotidianos. Estes últimos, frequentemente ferramentas de trabalho, ganham uma nova dignidade, revelando relações sociais e uma visão humanizada do mundo industrializado. A combinação de óleo e cera de abelha confere às telas um caráter rústico, em contraste com a estética contemporânea predominante.
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Em Disparate, mostra apresentada no Gabinete, Helena Martins-Costa (Porto Alegre, RS, 1969) manipula fotografias de arquivo e frames de vídeo, decapitando figuras, criando novas anatomias e utilizando o preto e branco para conferir um novo significado a imagens do passado. As figuras quadrúpedes, que a própria artista define como "monstros", remetem aos horrores grotescos de Goya – mestre da luz e das trevas, nas palavras de Charles Baudelaire – borrando a linha entre real e fantástico. continue lendo +
Daniel Albuquerque, João Modé, Madalena Santos Reinbolt, Marina Weffort e Sofia Lotti
22/03/2025 até 29/06/2025
A exposição coletiva O fiar – pontos, nós, corte, com curadoria de Claudio Cretti e texto de Diego Mauro, celebra a diversidade das artes têxteis por meio do trabalho de cinco artistas: Daniel Albuquerque, João Modé, Madalena Santos Reinbolt, Marina Weffort e Sofia Lotti. Utilizando bordado, tricô e costura, as obras exploram a interação entre o plano e o espaço, o controle e o acaso e o gesto como linha do tempo, onde cada ponto e nó são vestígios e instantes de criação, revelando a materialidade do tempo em tramas e texturas. continue lendo +
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